Perguntas frequentes

Antes de nos perguntar, talvez já esteja aqui.

Reunimos as dúvidas mais comuns de quem nos contacta pela primeira vez — desde "não sei o que automatizar" até segurança de dados. Não encontrou a sua? Fale connosco diretamente.

Não sabemos o que automatizar. Conseguem ajudar-nos a perceber?+
É o ponto de partida mais comum — e é exatamente para isso que existe o AI CheckUp. Antes de falar em tecnologia, mapeamos onde se perdem contactos, em quanto tempo são respondidos, que processos consomem mais horas e onde a automação se paga mais depressa. O resultado é um Transformation Map: o problema, o seu efeito financeiro, a ferramenta proposta, a integração necessária, a prioridade e o KPI que prova que resultou.
Porque começam por uma auditoria em vez de construir logo um agente?+
Porque um agente em cima de um funil partido produz disparates com confiança mais depressa do que uma pessoa. Se os contactos não são reunidos num só sítio, se os estados não são fiáveis, se ninguém é dono do próximo passo, uma camada de IA amplifica essa confusão em vez de a resolver. Primeiro a fundação do CRM, depois os agentes por cima.
Como funciona o preço?+
Por projeto, porque cada empresa tem um estrangulamento diferente: automatizar a receção de uma clínica não é o mesmo trabalho que construir uma camada de analítica de gestão. Depois do AI CheckUp apresentamos uma proposta fechada por fase, e cada fase tem de justificar economicamente a seguinte. Se uma camada não consegue mostrar o número que melhora, dizemo-lo em vez de a vender.
Quanto tempo demora a primeira fase?+
O AI CheckUp mede-se em semanas, não em meses, e produz um documento acionável mesmo que nunca mais trabalhe connosco. Os prazos de implementação dependem da camada que entra primeiro: um agente de vendas nos canais que já tem arranca muito mais depressa do que reconstruir a estrutura de um CRM de raiz. Comprometemo-nos com datas por fase, não com um projeto aberto.
Vamos ter de substituir o nosso CRM?+
Não. O Bitrix24 é o núcleo preferido onde encaixa na empresa, mas a arquitetura não depende de um só CRM: onde já existe um sistema que funciona, integramos com ele. Substituir um CRM que funciona é disrupção com custo; só o propomos quando o atual não consegue mesmo suportar os dados de que o resto do sistema precisa.
Um agente pode inventar um preço ou dar uma resposta errada a um cliente?+
É o maior risco desta área e tratamo-lo como regra rígida, não como intenção. Preços, condições, disponibilidade e afirmações clínicas ou jurídicas vêm apenas de fontes aprovadas da empresa. Quando faltam dados, o agente di-lo e passa a conversa a uma pessoa, com todo o contexto. Cada agente tem um caminho de escalamento e um KPI para a frequência com que o usa.
A IA vai substituir a nossa equipa?+
Não é esse o objetivo. O que tiramos da equipa é a metade repetitiva: responder à mesma pergunta pela centésima vez, copiar dados entre sistemas, ir atrás de follow-ups que ninguém teve tempo de fazer. Fica com as pessoas o que só as pessoas fazem bem: critério, negociação, atenção ao cliente. Na prática as equipas passam a dar conta de mais volume, não a ser menos gente para o mesmo volume.
Os nossos dados e os dos nossos clientes ficam seguros?+
O acesso a qualquer painel de administração exige autenticação em dois fatores, as credenciais são guardadas cifradas e os dados pessoais são tratados ao abrigo do RGPD. Nunca vendemos nem partilhamos dados com terceiros para marketing. Onde o sistema guarda registos sensíveis — dados clínicos acima de tudo — a camada clínica e pessoal fica dentro da sua própria infraestrutura e a camada de IA só vê o que precisa para o seu trabalho.
O sistema fica nosso, ou ficamos presos à STEMD?+
O que é construído para si é seu. Não é uma licença de uso de um sistema fechado que só nós conseguimos manter. Se um dia decidir mudar de fornecedor, leva o sistema consigo — é uma escolha deliberada: um cliente que fica sem estar dependente fica por melhores razões.
Por onde começamos, e trabalham fora do nosso país?+
O primeiro passo é uma conversa, não um compromisso: preencha o formulário, diga em poucas linhas o que a empresa faz e onde dói, e voltamos com perguntas concretas e, se fizer sentido para ambos, com um AI CheckUp. Operamos na Ucrânia, Portugal, Albânia e Estados Unidos, e o site existe em cinco idiomas precisamente porque os nossos clientes não estão num só mercado.

Ainda com dúvidas?

A melhor forma de perceber se faz sentido para o seu negócio é uma conversa direta — sem compromisso.

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